Distrito Federal

Santa Maria, no DF, fica colorida com Parada LGBT e show de Pepita

8ª edição do evento reuniu aproximadamente 10 mil pessoas na avenida central da cidade.

A cantora Pepita na 8ª Parada LGBT de Santa Maria, no DF. (Foto: Ernane Queiroz/Gay1)
A cantora Pepita na 8ª Parada LGBT de Santa Maria, no DF. (Foto: Ernane Queiroz/Gay1)

Santa Maria, no Distrito Federal, recebeu sua 8ª edição da Parada do Orgulho LGBT na avenida central na tarde deste domingo (21) para celebrar a criminalização da LGBTfobia e lembrar os 50 Anos Stonewall, tema do evento, que teve shows de Pepita, Pikineia e artistas locais. Os organizadores estimaram que houve a participação de cerca de 10 mil pessoas.

A concentração começou as 14 horas na praça central em frente administração. No local, um trio recebia performances de artistas locais e shows da carioca Pepita, atração mais aguardadas do evento.

Com o tema “50 Anos Stonewall”, o projeto Brasília Orgulho começou com a Parada do Cruzeiro e terá a 2ª edição da Feira Cultural da Diversidade LGBT de Brasília, na Torre de TV, com shows das cantoras Gloria Groove e Léo Áquilla no próximo sábado, 27.

Durante a 8ª Parada LGBT de Santa Maria, foram coroadas a Princesa Mirella Roche, à esquerda, o Príncipe Junior Carlos, no centro, e a Madrinha Amanda Almeida, do lado direito. (Foto: Ernane Queiroz/Gay1)
Durante a 8ª Parada LGBT de Santa Maria, foram coroadas a Princesa Mirella Roche, à esquerda, o Príncipe Junior Carlos, no centro, e a Madrinha Amanda Almeida, do lado direito. (Foto: Ernane Queiroz/Gay1)

Para o organizador, Maurício Martins, que é presidente da Associação JUDIH-LGBT, a Parada oferece oportunidade de abrir o diálogo não apenas da população LGBT, mas busca a diminuição dos crimes LGBTfóbicos. “A Parada de Santa Maria trabalha as temáticas LGBT em diferentes ambientes e com diversidade de público e atividades. O objetivo é que haja espaço para todas as pessoas LGBT e suas famílias”.

O ativista e presidente da JUDIH-LGBT, Maurício Martins, ao lado de sua mãe, no centro. (Foto: Ernane Queiroz/Gay1)
O ativista e presidente da JUDIH-LGBT, Maurício Martins, ao lado de sua mãe, no centro. (Foto: Ernane Queiroz/Gay1)

Muitos participantes foram acompanhados de familiares. A dona de casa Maria Aparecida foi com o sobrinho, Filipe Souza. Ela garante que todos em casa o acolhem e apoiam na luta pelo avanço dos direitos LGBT.

Para Aparecida, os preconceituosos devem se colocar no lugar das pessoas LGBT e de seus familiares para saber como isso os faz sofrer. O atendente de telemarketing Filipe agradece o apoio.

A servidora pública aposentada Lúcia Albuquerque é mãe de uma garota lésbica e virou militante da causa. Para ela, há dois motivos principais para a parada sempre ocorrer: “Primeiro, o LGBT tem a possibilidade de ser o que é sem ser discriminado por ninguém. Segundo, para falar das questões que afligem o movimento”.

A cantora Pepita na 8ª Parada LGBT de Santa Maria, no DF. (Foto: Ernane Queiroz/Gay1)
A cantora Pepita na 8ª Parada LGBT de Santa Maria, no DF. (Foto: Ernane Queiroz/Gay1)

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